
Segundo nos comunicou o próprio Sánti Vigo desde a prisom de Aranjuez, onte, quarta-feira 3 de Dezembro, seria transferido para o módulo de isolamento por espaço dumha semana. A reclusom de Sánti neste módulo de castigo, onde já estivera três dias por este assunto, é produto da agressom que ele próprio sofreu a maos de carcereiros o 14 de junho de 2008.
O militante galego fora objecto dumha tunda a maos de quatro carereiros de Aranjuez. A malheira produziu-se trás o vis familiar mantido com a sua mae e irmao e afectárom de forma generalizada o corpo de Sánti Vigo (cabeça, tórax, braços, etc.). Esse dia quatro carcereiros de Aranjuez exigiam ao prisioneiro político que se espisse de arriba abaixo para ser revisado “por razons de segurança” (sic). Ante tal petiçom, o preso exigiu umha bata com a que cobrir-se. Contodo, a deposiçom dos seus objectos pessoais sobre umha mesa e o espido integral nom fôrom suficientes para os quatro carcereiros que manifestárom que “ahora queremos ver-te el culo”. A negativa de Vigo a este trato humilhante deu lugar a que os funcionários ciscassem as suas pertenças polo chao e o conduziram a isolamento, onde foi agredido. Esta agressom motivava a suspensom por parte do cárcere da visita no loqutório à que Vigo tinha direito no dia seguinte. Como acontece acotio em casos de agressons de carcereiros a reclusos, Sánti, além de receber esta agressom recebeu umha sançom de dez dias de isolamento por parte da direcçom da prisom, constatando que ele fora o verdugo e nom a vítima Sendo também ameaçado polos carcereiros com ser denunciado se ele fazia o próprio. Na altura o advogado do prisioneiro político galego apresentara denúncia por agressom no julgado de Aranjuez, sendo desestimado nesta instáncia foi elevado recurso ante a Audiencia Provincial, tribunal no que se encontra o caso neste momento. Refletir, por último, sobre a actual estratégia repressiva do PSOE, que bate na rua contra os protestos sociais, impom sançons de milhares de euros, judicializa e militariza a mobilizaçom popular, etc., enquanto, simultaneamente, incumpre a sua própria normativa penitenciária espanhola para impor a dispersom, a vulneraçom dos direitos mais elementares das pessoas presas e o emprego da violência para submeter as identidades e militáncias políticas que questionam o actual status quo. De Ceivar animamos a toda a gente a dununciar a repressom e a mostrar a sua solidariedade com os pratriotas galegos presos em Aranjuez enviando telegramas, postais ou cartas ou de qualquer outra forma e expressom.
SANTIAGO VIGO DOMINGUEZ
Centro penitenciario Madrid VI
Ctra. Nacional 400 km.
28 28300 Aranjuez
Madrid
JOSÉ MANUEL SANCHEZ GORGAS
Centro penitenciario Madrid VI
Ctra. Nacional 400 km. 28
28300 Aranjuez
Madrid

