25 Julho 2008

CRONOLOXÍA 24 XULLO (galizaindymedia.org)


19:00h.-a propaganda das diferentes organizaçons independentistas fai-se mui visível na cidade, apesar dos labores de "limpeza política" desenvolvidos polas forças policiais durante toda esta semana. Dúzias de pintadas contra o colonialismo turístico em vários pontos da capital, assinadas pola AMI. Ao longo destes dias, vários activistas fôrom identificados por colar cartazes, e ameaçados de serem multados pola polícia municipal. Por palavras dum polícia nacional que realizava labores de identificaçom, "temos orde de pedir o DNI a todas as pessoas que repartirem propaganda independentista".

19:30h.-desdobramento policial para dissuadir as mobilizaçons. Sete grilheiras das unidades antidistúrbios acabam de entrar na cidade, tomando posiçons em vários pontos. Dirigem-se para a Praça da Galiza, onde Ceivar convoca nuns minutos a cadeia humana polos presos e presas.

19:40h.-CaixaGalicia, blindada pola segurança privada. Como é habitual, a corporaçom financeira contratou polícia privada para proteger as suas sedes, um dos objectivos preferidos das sabotagens independentistas em noites como esta. Segundo a imprensa empresarial, estes vigilantes estám inseridos no operativo que a polícia espanhola tem desenhado para esta noite.

19:45h.-começa a concentraçom de Ceivar na Praça da Galiza. Cinco carrinhas dos antidistúrbios pecham as entradas da Praça. Atitude provocadora dos agentes, que sacam porras, cascos e ameaçam com pelotas de goma. Mais de cem pessoas na concentraçom, com a legenda "rePSOres", e as caras de Rubalcaba, Touriño e Almejeras.

20:00h.- ambiente tenso, a cadeia humana entra na zona velha baixo escolta policial. Trás algumha ameaça de carga, o acto continua o seu curso. Berros de lembrança para Santi Vigo, agredido nestes dias polos carcereiros de Aranjuez, e os outr@s patriotas pres@s.

20:50.-a polícia quer impedir que avance o acto pola Rua Nova. Quase cinquenta agentes armados cercam a cadeia humana. Trás um amago de agressom policial, a cadeia avança para a Praça de Maçarelos, onde se lê um manifesto que remata o acto.

22:10.-Sai a Rondalha de BRIGA, secundada por 150 pessoas. Antidistúrbios fecham as saídas do Toural e impedem entrar na Rua do Vilar; a concentraçom sai direcçom rua das Orfas, e tem que dar volta por proibiçom policial.

22:23. -Os e as assistentes entram escoltados por antidistúrbios armados. A polícia volta a impedir o passo diante de "El Correo Gallego", blindado por quinze antidistúrbios. A concentraçom remata em Maçarelos com umha arenga em favor da mobilizaçom juvenil e da jornada de rebeliom do 24.

22: 45.-Turistas estrangeiros mostram o seu malestar pola ocupaçom policial das ruas. "Isto nom pode ser" ou "vaia excesso" som algumhas das expressons utilizadas. Pola contra, alguns visitantes espanhóis pedem que a polícia cargue.

22:50.- Celebra-se o festival da AMI na Praça de Salvador Parga, com música tradicional e de cantautor. Antidistúrbios ocupam já a Praça do Pam.

23:56.-Sai a Rondalha da AMI, direcçom Praça do Pam, com fachos acendidos, depois do acto político que denuncia o novo colonialismo turistificador. Umhas duascentas pessoas acompanham a marcha.

00:15.-O acto é fechado na Praça do Pam. A polícia impede passar polo Preguntoiro e baixar para o Obradoiro. As e os manifestantes espalham-se pola praça, enquanto umha vozeira da AMI chama a disolver o acto. "Este cordom policial nom é o fim das mobilizaçons, a noite é mui longa, e a reivindicaçom independentista continua", diz a militante.

00:20.-Carga policial, malheiras aos e às manifestantes que caem ao chao, e pelotaços de goma. A carga começa quando saem as pessoas dos fogos do Apóstolo, para impedir que se veja a manifestaçom arredista.

00:35.-Grupos de encapuçados deitam contentores em Sam Roque e cortam o tránsito. Ataques com pedras e garrafas contra as patrulhas desdobradas na zona e pedras contra a sede de "El Correo Gallego". Corte de tránsito na Rua da Virgem da Cerca. Polo momento nom há pessoas detidas.