28 Julho 2007

NOVAS INCORPORACIÓNS



Trala fichaxe do búlgaro Zanev o día despois do remate do anterior campionato ligueiro, o Celta ven de reforzarse con dúas novas incorporacións ao plantel de xogadores para a liga que comeza a finais do vindeiro mes de agosto; estas dúas incorporacións tamén teñen como obxectivo apuntalar á zaga céltica, xa que tanto o veterano xogador boliviano Peña como o galego Rubén González chegan para ocupa-los postos de centrais.

Mentres que Peña chega con 34 anos de idade e sen apenas ter disputado encontros na pasada campaña, o ex do Rácing sí que foi peza importante no entramado defensivo do equipo cántabro na liga pasada, onde disputou a meirande parte dos encontros. Neste caso de Rubén, hai que engadir que para os propios dirixentes célticos foi toda unha sorpresa a súa fichaxe, xa que contaba con ofertas mellores tanto a nivel económico como deportivo, pero a terra tiroulle máis, e a súa condición de celtista fixo que este compostelán de 25 anos optara pola opción de vestir de celeste.

A chegada de novas fichaxes para demarcacións máis ofensivas terán que ir chegando paseniñamente, e sempre a expensas das marchas que se vaian producindo nun equipo onde abundan os jetas que despois de afundirnos na segunda división queren agora saltar do barco e permanecer en primeira. Oubiña, o xogador tan celtista que choraba desconsoladamente coa súa mamaíta trala inexplicable derrota en Anoeta, semellou destacarse nas derradeiras semanas como o portavoz dos descontentos. A moitos sempre nos pareceu un chulo e un prepotente (e por qué non dicilo, un paiaso), pero a verdade é que non agardabamos a súa postura actual.

27 Julho 2007

¿BORRACHOS?

ceivar.org
Novas informaçons vam completando aos poucos a sequência de sucessos relativa à repressom dessatada na madrugada do 25 de Julho. Assi, factos como a rotura dos dentes dumha turista por parte de efectivos policiais, o assanhamento de oito polícias no corpo dumha militante da AMI caida ao chao, o disparo de pelotas de goma a escassa distáncia das pessoas na Porta do Caminho, ou as informaçons que asseguram que alguns dos agentes estavam notavelmente alcoolizados, com falta de capacidade para exprimir-se normalmente, dam coerência às cenas de barbárie policial vividas na capital galega.
Hiperactividade agressiva e violenta, dificuldades para a comunicaçom oral compreensível e exibiçons de machismo desbocado evidenciam que quando menos umha parte dos funcionários mobilizados polo ‘Delegado del Gobierno’ para rebentar a XIII Rondalha da Mocidade com a Bandeira nom estavam em plena possessom das suas faculdades. Longe de ser isto umha circunstáncia atenuante ou contextualizadora dos sucessos, evidencia a perigosidade social duns efectivos que, além de desfrutar de amplas margens de impunidade judicial e informativa e ter ordens políticas de ‘ir a saco’ sem fazer detid@s, se encontravam num estado indefendível para fazer a sua “funçom pública”.
Programados para a repressom. Temos a certeza de que o ocorrido na madrugada do 25-J é fruto dumha decisom política e constitue mais um chanço da estratégia repressiva desenhada para enfrentar a mocidade independentista. Erra-se, portanto, na nossa opiniom, quando desde posiçons juridicistas se fala na ‘teoria da maçá podrida’ –o funcionário excepcional que nom cumpre cabalmente o seu dever e deslegitima o bom fazer dos seus companheiros-, ou quando se condenam os “excessos”, falando-se da “desproporçom da actuaçom policial”, sem compreender que uns e outros som a parte dumha estratégia de coacçom e contençom perfeitamente calculada e institucionalmente tolerada.
Os prolongados períodos de concentraçom, a falta de relaçom e reconhecimento social, a constante mobilidade geográfica, a prévia caracterizaçom maniqueia e simplista das pessoas a agredir –“violentos”, “terroristas”, “amigos da ETA”, etc. como definiçom de militantes polític@s- e o total desenraizamento sócio-familiar, junto com a assunçom dumha ideologia que sustenta a bondade e legitimidade da violência institucional, conformam um tratamento psicológico dos efectivos antidistúrbios que procura que cenários como os vividos na capital galega no Dia da Pátria sejam possíveis quando preciso. A aplicaçom de violência selvagem colectiva sobre pessoas indefensas –como revelárom as imagens- é a expressom mais evidente da programaçom para a repressom.
Pulso à mocidade independentista Além de judicializar a actividade política juvenil e da chamada ‘Operación Castiñeira’, as cargas do Dia da Pátria visam fazer inviável o tradicional acto convocado pola AMI na capital galega e aplicar umha política de terror para desmobilizar a mocidade independentista. Acreditamos que o pulso que o PSOE bota à Assembleia da Mocidade Independentista, cuja Rondalha –contra todo o previsível- acrescenta ano trás ano a sua assistência, está tam condenado ao fracasso quanto a tentativa desse mesmo partido espanhol nos anos 80 de impedir por meio da violência policial que o nacionalismo celebra-se o dia nacional na zona velha da capital galega.
Agradecemos novamente à agência 'Galiza independente' o excelente trabalho fotográfico realizado nos sucessos do Dia da Pátria, assumindo um risco importante dadas as circunstáncias em que se fijo, assi como a possibilidade de utilizarmos agora o seu material para a denúncia do ocorrido.

SILENCIO MEDIÁTICO

ceivar.org
Mais de 2000 pessoas reclamando autodeterminaçom, soberania e independência e a mobilizaçom política mais numerosa promovida polo independentismo na sua história. Contodo, como era de esperar, o acontecimento nom tivo para os chefes das redacçons e os seus superiores hierárquicos o relevo informativo exigível para figurar em telejornais e informativos. A convocatória em favor do direito de Autodeterminaçom realizada por Causa Galiza foi invisibilizada pola prática totalidade dos meios de difusom de massa.
De Ceivar, que aderimos desde o primeiro momento a esta iniciativa sócio-política em favor dos direitos nacionais da Galiza, consideramos anunciado este silenciamento informativo e valorizamo-lo como umha evidência do carácter ‘politicamente incorrecto’ dumha manifestaçom explícita de rechaço ao quadro jurídico-político imposto entre 1978 e 1980. A enésima constataçom da existência dum pacto de siléncio e censura mediática e institucional contra o independentismo aboca-nos a vincar na importáncia de dotarmo-nos de e fortalecer uns meios de comunicaçom próprios, sólidos e referenciais como única via para desactivar este ámbito da estratégia repressiva que é a política informativa.
Quintana fala de Autodeterminaçom. Embora as empresas de comunicaçom cumprírom as directrizes, o dirigente autonomista Anxo Quintana nom tivo mais remédio que reconhecer colateralmente os efeitos da existência dumha mobilizaçom autodeterminista que erosionou umha parte da assistência de manifestantes à Praça da Quintá. O porta-voz nacional do BNG dedicou de forma inusual umhas linhas da sua intervençom a reivindicar “que os galegos e as galegas podamos decidir livremente o nosso futuro” e polemizou, também rachando os moldes do seu discurso habitual, sobre o significado do direito de Autodeterminaçom.
Assi, assegurou ante umha praça ateigada de gente que “nem o galeguismo histórico, nem o nacionalismo contemporáneo entendérom nunca o exercício do direito de autodeterminaçom como um facto pontual nem como umha decisom plebiscitária, mas como um processo dinámico para acadar cada dia maior capacidade de autoorganizaçom e maiores quotas de autogoverno”. Além da falsa dicotomia exprimida por Quintana, o dirigente do BNG, que declarou que Galiza “é nación e quere se-lo com todas as consequências”, ativo-se nos factos concretos ao guiom regionalista e vindicou um Estatuto que reconheça nominalmente Galiza como naçom, mas dentro do Estado espanhol.

25 DE XULLO

gzifoto.com


















MÁIS FOTOS DO 25 DE XULLO (POLICÍA NAZIonal)

gzifoto.com





REPRESIÓN NO DÍA DA PATRIA


ceivar.org

A combatividade e o aumento de participaçom juvenil da XIII Rondalha da Mocidade com a Bandeira organizada pola AMI na noite de onte na capital galega foi contestada pola Polícia espanhola. Oito pessoas feridas, o festival independentista rebentado por dezenas de agentes anti-distúrbios, substracçom de dinheiro por parte dos polícias, várias cargas policiais no casco histórico e um assanhamento repressivo pouco habitual som os resultados do selvagismo, que se saldou com várias fracturas óseas, som o balanço final da intervençom das forças de ocupaçom no Dia da Pátria.

Os incidentes começárom por volta da meia noite no contorno da Praça do Obradoiro onde efectivos espanhóis encerravam a passagem ao espaço público. Produzírom-se carreiras na rua do Vilar, resultando massacradas polos antidistúrbios várias pessoas que nom lográrom fugir. De Ceivar temos constáncia de oito ingressos ou tentativas de ingresso hospitalárias –falamos em tentativas porque a presença policial no Hospital Clínico inibiu alguns dos feridos de dar parte das agressons de que fôrom objecto-. Aliás, confirma-se finalmente que umha jovem resultou com duas falanges fracturadas, um moço sufriu fracturas em ambos pómulos e umha terceira jovem tivo desviaçom de tabique nasal.

D. Brea, jovem viguês, foi duramente contusionado polos antidistúrbios, chegando a precisar da assistência dumha ambuláncia dado o estado de imobilidade em que se encontrava trás ser golpeado na cabeça por vários agentes. Também a moça I. de Caldas de Reis foi agredida selvagemmente na rua do Vilar por oito efectivos policiais. As cargas reproduzírom-se durante a noite em vários pontos da cidade. Dizer, como dado significativo, que grupos de antidistúrbios em formaçom passeiárom polo casco histórico em atitude ameaçante.

Trinta polícias rebentam festival juvenil independentista Trás os enfrentamentos entre polícias e independentistas ao largo da zona velha compostelana, efectivos antidistúrbios tomárom a sua particular ‘revancha’ assaltando as mesas de material e infraestrutura instalada pola AMI na Porta do Caminho para celebrar a XIII Rondalha da Mocidade com a Bandeira. Como resultado da intervençom policial fôrom destroçadas ou roubadas várias faixas, tirados polo chao postos de material, ‘desaparecido’ dinheiro da venda do mesmo, inutilizadas umha pantalha de vídeo, bafles, etc. e suspendidas todas as actividades previstas. Três moças eram rodeadas e retidas polos antidistúrbios enquanto discorria esta orgia de violência.

Aliás, os efectivos policiais percorrérom durante a noite as ruas da cidade numha situaçom similar dum estado de sítio, identificando pessoas, registando veículos, cacheiando @s transeúntes, etc. sempre em atitude abertamente ameaçante. Apontar, como dado relevante, que vários polícias que tratárom de evitar o lançamento de pintura contra as instalaçons do jornal ultraconservador ‘El Correo Gallego’ tivérom que renunciar às suas intençons ante a resposta dos e das manifestantes.

Consolidaçom da Rondalha. A brutal repressom de que foi objecto esta XIII Rondalha da Mocidade com a Bandeira nom pode ocultar, no entanto, o aumento quantitativo de participaçom juvenil, o maior compromisso político e pessoal que implica esta participaçom à vista da criminalizaçom total de que é objecto e a incorporaçom de várias ‘fornadas’ de militantes. De Ceivar, além dos factos objectivos que vimos de assinalar, e que som por si próprios totalmente esclarecedores dos acontecimentos ocorridos, apenas queremos denunciar o selvagismo de que fijo ostentaçom onte a Polícia espanhola, criticar a impossibilidade de fazer umha denúncia pública em condiçons do ocorrido umha vez que a rua estava ocupada policialmente e animar as pessoas que resultassem feridas ou contusionadas a dar parte no serviço de Urgências local das agressons.

A Polícia espanhola tinha ordem onte de nom fazer detidos ou detidas, mas si de provocar a maior violência e repressom contra a mocidade independentista e desmontar a sua infraestrutura organizativa, como vem fazendo desde a ‘Operación Castiñeira’ e através de diversos processos de repressom económica. O organismo anti-repressivo denunciará neste Dia da Pátria ante milhares de nacionalistas o modus operándi das forças de ocupaçom espanholas, o seu violento espanholismo e a absoluta carência de liberdades democráticas em que estamos imers@s.

A infámia da Polícia espanhola pode ser ilimitada quando se ensina sem vergonha. A madrugada do Dia da Pátria foi umha nova ocasiom para demonstrar este asserto: trás contusionar e ferir dezenas de pessoas nas cargas contra a XIII Rondalha da Mocidade com a Bandeira convocada pola AMI, efectivos antidistúrbios do corpo repressivo espanhol apostárom-se na entrada do Complexo Hospitalário da Universidade de Santiago (CHUS) para dissuadir potenciais denunciantes das agressons.

O método nom é novo: a comparecência no serviço sanitário para deixar constáncia legal dumha agressom é o primeiro e imprescindível passo para apresentar umha denúncia judicial contra os seus autores. Neste caso, os efectivos da Unidade Especial de Intervençom da Polícia espanhola que cargárom onte pola noite contra centenas de independentistas. O corpo repressivo sabe-o e acude ao CHUS, primeiro, para, através da sua presença, inibir àquelas pessoas que procurem umha certificaçom médica oficial de que fôrom agredidas e, segundo, para conhecer de primeira mao que pessoas denunciam agressons para, por sua vez, denunciá-las por “agressom”, “resistência”, “desobediência”, “atentado”, etc.

A colaboraçom do pessoal sanitário nesta prática é essencial para a sua aplicaçom: embora a documentaçom é estritamente confidencial e os agentes nom tenhem porque ter acesso ao registo sanitário, a realidade é que nalgumha ocasiom o pessoal do centro facilitou documentaçom confidencial aos polícias por temor ou por colaboracionismo activo na repressom.

Iniciativa de Ceivar. Entre as pessoas que Ceivar tivo conhecimento de que acodírom ao CHUS nas últimas 24 h. várias fôrom diagnosticadas por lesons óseas. Comprovamos, aliás, o asombro dos profissionais médicos ante a brutalidade dos golpes recebidos em cabeça, costas, braços e pernas por muit@s d@s manifestantes agredid@s. Apontar, como dado sintomático, que algum efectivo do corpo policial espanhol agitava ostensivelmente os seus testículos em atitude desafiante frente às pessoas contusionadas que acodírom ao centro sanitário.

O organismo popular anti-repressivo estudará nos próximos dias as iniciativas judiciais e políticas a desenvolver para dar cumprida resposta à selvajada de que foi onte objecto a mocidade independentista galega.

Agradecemos a http://gzifoto.com a sua posta a disposiçom do material fotográfico obtido nos sucessos da madrugada do Dia da Pátria, que achegam um documento de primeira categoria para a denúncia social dos acontecimentos e animamos a visitar este web.

23 Julho 2007

XX ANIVERSARIO


Seguimos traballando nos diferentes actos previstos para celebra-lo XX Aniversario de Celtarras no vindeiro 18 de agosto (sábado). Inda quedan cousas por concretar, pero xa podemos adiantarvos outras.

A xornada comezará a partires das 10 da mañá cun encontro de fútbol (sobre campo de herba artificial) entre membros de Celtarras e membros doutras peñas antifascistas. Quen queira participar nese encontro debe anotarse no Piratas do Faro a partires da segunda semana de agosto, e para o combinado formado por siareiros doutros grupos, os interesados poden anotarse no noso mail, que podedes ollar nesta mesma páxina. Este acto está xa totalmente confirmado.

Tralo partido, temos prevista a apertura dun bar nunha zona campestre (estamos á espera de confirma-lo lugar) para que a xente poida descansar, xantar, beber... á espera do inicio dos concertos, nese mesmo lugar.

A partires das 19:00 horas aproximadamente comezarían os concertos, con tres grupos xa confirmados: dende Castela chegan os Duff Hooligans, grupo de oi! composto por xente de Segovirras, siareiros da Segoviana; e dende o noso propio país contaremos con dous dos grupos máis importantes e históricos dentro do actual panorama musical alternativo galego. Skarnio, co seu ska reivindicativo, e os Soak, que dende o Morrazo traerannos o seu excelente punk. É moi probable que a esta lista se lle sumen un ou dous grupos máis.

A fin de festa trasladarase ó Piratas do Faro, onde levaremos a cabo a nosa particular Festa Celtista, con música futboleira a tope, imáxenes do Celta e de Celtarras na tele, etc.
Seguiremos informando.

BOTE NO FARO

Dende a semana pasada, na cervexaría Piratas do Faro podedes deixar a vosa axuda económica no bote colocado para xuntar co presuposto actual para fecer fronte ós gastos das celebracións do XX Aniversario.

18 Julho 2007

ATA SEMPRE GUS, GRAZAS POR TODO


Na tarde de onte, Gustavo López quiso despedirse da nosa hinchada, e o fixo mediante unha rolda de prensa nun hotel da nosa cidade, onde leu visiblemente emocionado e con bágoas nos ollos o comunicado que amosamos a continuación, e que estrouxemos da web todocelta.com

“Después de 8 años en el Celta de Vigo llega la hora de la despedida. Quiero que sepan y espero haber sabido transmitirlo así, que éstos han sido los mejores años de mi vida, unos años inolvidables, no solo en la faceta deportiva sino también por lo personal. Y es que Vigo, para mi, es mucho más que un equipo de fútbol, es una ciudad que me acogió con los brazos abiertos hace años, es el lugar en el que nacieron mis dos hijas, y es, en suma, un cúmulo de sensaciones que ya forman parte de mi familia. Por eso me gustaría aprovechar este momento para pedir a la afición que siga animando al equipo en cada encuentro y que no decaiga en su intento de hacer vibrar cada domingo Balaídos, porque el Celta es mucho más que unos jugadores o una directiva.

Me quedaré en esta ciudad haciendo los planes que tracé en su momento y a los que soy fiel. No en vano, he desechado en años pasados interesantes ofertas económicas, superiores a las que yo tenía y que descarté por quedarme acá, donde está mi vida.

A ustedes, a todos los compañeros que durante estos años han compartido trabajo e ilusión, a los entrenadores, a los presidentes, a la gran familia celeste, y de forma muy especial a esos aficionados que han sufrido y celebrado conmigo victorias y derrotas, gracias de nuevo. Quiero que sepan que esto no es una despedida porque Vigo y el Celta nos seguirán uniendo para siempre. ¡Hasta siempre y gracias!”.

13 Julho 2007

CALENDARIO LIGUEIRO 07/08

01 26/08/2007 Celta-Córdoba
02 02/09/2007 Castellón-Celta
03 09/09/2007 Celta-Eibar
04 16/09/2007 Poli Exido-Celta
05 23/09/2007 Celta-As Palmas
06 30/09/2007 Elxe-Celta
07 07/10/2007 Celta-Xerez
08 14/10/2007 Albacete-Celta
09 21/10/2007 Celta-Numancia
10 28/10/2007 Sporting-Celta
11 04/11/2007 Celta-Rácing de Ferrol
12 11/11/2007 Erreala-Celta
13 18/11/2007 Hércules-Celta
14 25/11/2007 Celta-Nástic
15 02/12/2007 Málaga-Celta
16 09/12/2007 Celta-Sevilla At.
17 16/12/2007 Cádiz-Celta
18 23/12/2007 Celta-Granada 74 ¿?
19 06/01/2008 Tenerife-Celta
20 13/01/2008 Celta-Salamanca
21 20/01/2008 Alavés-Celta
22 27/01/2008 Córdoba-Celta
23 03/02/2008 Celta-Castellón
24 10/02/2008 Eibar-Celta
25 17/02/2008 Celta-Poli Exido
26 24/02/2008 As Palmas-Celta
27 02/03/2008 Celta-Elxe
28 09/03/2008 Xerez-Celta
29 16/03/2008 CeltaAlbacete
30 23/03/2008 Numancia-Celta
31 30/03/2008 Celta-Sporting
32 06/04/2008 Rácing de Ferrol-Celta
33 13/04/2008 Celta-Erreala
34 20/04/2008 Celta-Hércules
35 27/04/2008 Nástic-Celta
36 04/05/2008 Celta-Málaga
37 11/05/2008 Sevilla At.-Celta
38 18/05/2008 Celta-Cádiz
39 25/05/2008 Granada 74 ¿?-Celta
40 01/06/2008 Celta-Tenerife
41 08/06/2008 Salamanca-Celta
42 15/06/2008 Celta-Alavés

OS PELÁEZ

http://galiza.indymedia.org/media/2007/07//11706.pdf

11 Julho 2007

I FESTA-ANIVERSARIO CELTARRAS

Finalmente, a nosa idea é que o sábado 18 de agosto se leve a cabo a primeira das festas-aniversario coas que conmemoraremo-los 20 anos de existencia de Celtarras.

Inda que ésta xa fora a data elexida nun primeiro intre, semanas atrás decidíuse trocala por outra posterior e coa liga 07/08 xa comezada, pola proximidade da data de agosto e as poucas xestións realizadas ata entón para poder organizala. Pero recentemente decidíuse dividir o evento en dúas festas, unha en agosto e outra máis adiante (dependendo do calendario, pero seguramente á altura das vindeiras pontes de outubro, novembro ou mesmo decembro).

O motivo de voltar coa data de agosto, é o de te-la deferencia cos colegas procedentes doutros lugares, que como por exemplo os supporters do Celtic de Glasgow ou membros dos City Boys do Cidade de Murcia, xa tiñan os días pedidos nos seus respectivos traballos ou mesmo os billetes de avión adquiridos, así que había que prepararlles algo para que non fixeran a viaxe en balde.

Quen queira colaborar ou pedir información sobre o que se fará finalmente, que se poña en contacto connosco no mail celtarras_gz@hotmail.com.

Estamos a levar a cabo diferentes xestións para confirmar as actividades que se levarán a cabo finalmente, das que iremos informando eiquí mesmo. Iso sí, marcade xa na vosa axenda o sábado 18 de agosto como día de festa celtarra.

10 Julho 2007

DÍA DA PATRIA

07 Julho 2007

NOVOS VÍDEOS

Xa podedes atopar no noso apartado de vídeos as reportaxes de The real football factories adicadas a Brasil, Holanda e Polonia.

ACLARACIÓN

A non renovación de Gustavo López polo Celta resultou ser un tema bastante complexo e mesmo polémico. Por iso queremos aclarar unhas afirmacións que espusemos no anterior artigo referente ao xogador arxentino, e que publicamos esta mesma semana.

É evidente que o noso grupo sempre se amosou como un dos maiores defensores de Gustavo, e certo é que en Celtarras hai un sector de xente que mesmo está disposta a non renovar o seu carnet de aboado, tal como xa contamos eiquí mesmo. Pero tamén queremos aclarar que outro amplo sector da nosa peña non está dacordo coa posibilidade máis extrema de levar a cabo unha campaña de non renovacións, pois o clube debe estar por enriba de calquera persoa, motivo polo cal estamos a escribir estas liñas.

Calquera decisión ao respecto será tomada a nivel particular, e nunca como grupo.

06 Julho 2007

PEÑA ALVARITO

La Voz de Galicia

La peña celtista Alvarito ha convocado a todos los socios y accionistas del Celta para que el próximo martes día 10 se den cita en los bajos de la grada de Balaídos detrás de Marcador. El motivo es que quieren recoger firmas para presentarlas en la sede del club en protesta por los métodos utilizados para despedir al personal que llevaba muchos años en el club, y sobre todo para quejarse de que no se haya renovado el contrato de Gustavo López del que afirman «se siente más celtista que algunos directivos». Los que quieran también podrán enviar su firma de protesta a través del fax en el número: 986-265511. Piden al Consejo que recapacite su decisión de no renovar a Gustavo López y que escuchen las quejas de la afición. Aseguran que más de un centenar de abonados ya han decidido darse de baja por este motivo.

Todocelta.com

Convocan unha reunión o vindeiro martes 10 de xullo nos aledaños de Marcador. Parte da afección do Celta, coa peña Alvarito á cabeza, está a movilizarse polo que pensan que é unha mala xestión por parte da directiva. O caso Gustavo López e a súa non renovación foi a gota que colmou o vaso.

A concentración será o vindeiro martes 10 de xullo nos aledaños da bancada de Marcador e se organizará unha recollida de firmas e o número de carnet de socios.

04 Julho 2007

MARCHA GUSTAVITO; E AGORA ¡QUE!


Semanas atrás, e por boca do mesmo Gustavo co que nos une certa amizade, sabiamos que o seu ciclo como xogador céltico estaba rematando paseniñamente porque así o querían o mexicano e demais directivos do Celta. Xa sabiamos que a directiva ía ofrecerlle a renovación moi á baixa, unha oferta que calquera xogador cun mínimo de dignidade e sentido común rexeitaría, tal como aconteceu finalmente.
Da igual que dende a bancada pidamos enérxicamente a once gustavos no plantel, da igual que éste sexa todo un símbolo e referente para a afición, da igual que fora de longo o mellor xogador do equipo na pasada campaña, da igual que xa se rebaixara con anterioridade a súa ficha en máis do 80% , da igual que quixera quedarse para devolvernos ao lugar que nos corresponde entre os máis grandes,... Todo da igual, porque os propios directivos semellan ser máis mercenarios que unha boa parte do equipo, e nestes casos xa todos sabemos que non existen sentimentos nen amor por unhas cores, así que é imposible que nen tan sequera poidan imaxinar o que representa Gustavo López Cuervo para unha enorme maioría do celtismo.
A renovación de Gustavo López non é un acto de caridade, se non de xustiza; xustiza cun xogador que sempre se baleirou no campo na defensa do noso escudo e dos nosos intereses, os mesmos que dín defender quenes agora lle dan a patada no cú, porque non nos esquezamos que inda que non o botaran, sí que actuaron dunha forma máis ruín e se cabe cobarde, convidándoo a marchar. Que un xogador como éste sexa dos peor pagados do equipo é un insulto non só para o propio interesado, se non para toda unha afición que está detrás.
Preocúpannos moito os pasos que dende o clube lévanse dando durante os derradeiros meses, e non sabemos onde podemos parar e ata onde nos vai levar esta suma de despropósitos. Cremos que xa é hora de que o celtismo erga a voz e vaia parándolle os pes aos responsables, e despois dun ano de confianza (polo menos no que se refire a Celtarras), xa se pode comezar a esixir responsabilidades.
Somos conscentes de que unha soa peña non pode facer moito, por iso fai dúas semanas representantes de Celtarras reuníronse con representantes da Federación de Peñas para tratar de levar a cabo unha iniciativa conxunta para que se escoitara a voz do celtismo na renovación do interior arxentino. De momento non tivemos resposta algunha, pero agardamos que agora sí que se interesen por defender a un dos poucos xogadores que se queren quedar no Celta para o vindeiro proxecto en segunda. Dende Celtarras sempre apoiaremos e aplaudiremos calquera iniciativa ao respecto, e mesmo xa propuxemos levar a cabo unha campaña para que a xente non se faga socia do Celta para o vindeiro campionato ligueiro.
A foto foi sacada por JES, membro da peña Siareiros.net

01 Julho 2007

PEPE VILLAR, DEP






En tempos nos que os xogadores mercenarios son os que predominan e están á orde do día, e onde moitos queren convertir ao fútbol nun negocio por enriba de calquera tipo de sentimentos, esta semana deixounos a triste nova da morte de Xosé Villar Fernández, un histórico do noso equipo futbolísticamente coñecido como Pepe Villar, e que foi exemplo de amor e adicación absoluta a unhas cores, concretamente ás do Celta.

Como membro do noso clube pasou por diferentes estamentos, onde comezou como xogador para rematar dirixindo ás categorías inferiores e mesmo ao primeiro equipo en diferentes intres da súa vida. En total foron case 45 anos de servizo ao Celta.

De Pepe Villar poderianse contar moitísimas anécdotas, pero cicais as máis curiosas acontecéronlle cando era un mozo, e cando o seu pai era contrario a que éste xogara ao fútbol. Tal era a cousa que os seus amigos tiñan que estar pendentes de que o seu pai non se achegara ao campo onde xogaban ao balón. Cando ísto acontecía, o Villar neno era avisado e saía do campo, co que por uns minutos deixaba ao seu equipo cun xogador menos. Nunha ocasión chegou a casa cuns zapatos novos mollados e embarrados de xogar ao fútbol, e non se lle ocorreu mellor cousa que escondelos e poñelos a secar no forno. Intres despois, a súa nai encendeu ese mesmo forno, polo que xa vos podedes imaxinar cómo quedaron éstes. Descoñecemos, iso sí, a reacción paterna a ese feito.

Os seus primeiros pasos como xogador deunos no C.D. Coia, no que militou entre os anos 1944 e 1948. Un ano despois asinaría un contrato co Celta, producíndose o seu debut oficial en 1950. Dende entón e ata a tempada 60/61 non deixou de disputar encontros co Celta. Neses 11 anos disputou 248 encontros ligueiros, a meirande parte deles como titular. Esa cifra o converte no xogador que máis veces defendeu a nosa camisola en encontros ligueiros. Ademais habería que lembrar outro cento de encontros máis entre Copa e amigables. Sen dúbida algunha foi un dos mellores xogadores da súa época, cando era habitual ollar un Balaídos embarrado e mesmo inundado con frecuencia polo desbordamento do Lagares. Din que no barrizal do campo era o número un. Comezou movéndose polo centro do campo, para convertirse posteriormente en defensa central á par que se foron trocando os esquemas de xogo.

Na súa tempada de debut disputaría únicamente 5 encontros, mentres que na súa derradeira campaña como celeste saltaría ao céspede en 3 ocasións; no resto de tempadas aumentou considerablemente o seu número de encontros disputados, e de feito foi o xogador céltico que máis encontros disputaría nas tempadas 52/53, 56/57 e 57/58, e o segundo nas 55/56 e 59/60. Lóxicamente, polas súas demarcacións desenvolvidas sobre o céspede nunca destacou na súa faceta goleadora, sendo o seu teito como goleador dous goles, cifra que acadou e repetíu en varias tempadas.

Ao retirarse como xogador quedou vinculado ao equipo como adestrador do equipo xuvenil, ao que levou ao subcampionato do Campionato estatal, despois de caer por 2-1 ante o Athletic na final disputada en Madrid. Daquel conxunto sairían xogadores tan destacados na posterior historia céltica como Félix, Manolo, Luis Villar ou Quique Costas.

Posteriormente convertiríase en axudante do adestrador do primeiro equipo, ademais de coordina-las categorías inferiores. Como home vencellado ao clube, tivo que facerse cargo do primeiro plantel durante os campionatos ligueiros 66/67 (sustituíndo a César), 75/76 (facendo de ponte entre a marcha de Mariano Moreno e a chegada de Carmelo Cedrún), 77/78 (novamente fixo de ponte, nesta ocasión entre a marcha de Toni Cuervo e a chegada de Maguregui), 85/86 (sustituíndo a García Traid, que ao seu tempo xa sustituíra a Félix Carnero) e 87/88 (desta volta faría parella con Manolo para reemplazar no cargo de adestrador a un Maguregui ao que se lle descubrira un precontrato co Atlético de Gil).

Pepe Villar tivo a súa segunda casa en Balaídos, despois de 44 anos de entrega e adicación ás nosas cores. Agora xa non está entre nós, pero a súa lembranza perdurará por sempre na historia do nso clube nun lugar destacado.

Pepe Villar, grazas por todo, DEP.